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Terça-feira, 30 de Junho de 2009

HUMOR FINO - ESPECIAL

O roteiro abaixo eu consegui no Twitter do Maurício de Sousa. É inédito e a arte ainda nem foi feita. Abaixo vocês têm o story board, apenas:











Ok, ok, foi um final bastante ambíguo, concordo. Mas, conhecendo o Tio Maurício, prefiro apostar na interpretação mais ingenuazinha, mesmo! O=)

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

HUMOR FINO

Domingo, 28 de Junho de 2009

SACA SÓ: A NOVA VERSÃO DA "ALICE" PARA OS CINEMAS


Em primeiríssima mão, estou com uma supernovidade do cinema que só vai estrear em abril de 2010 e já está dando o que falar em Hollywood! Trata-se do clássico Alice no país das Maravilhas, o novo filme de Tim Burton.
O novo filme traz o Johnny Depp (Piratas do Caribe 1, 2 e 3) como o Chapeleiro Louco, Helena Bonham Carter (Harry Potter e a Ordem da Fênix, Sweeney Todd) no papel da Rainha Vermelha e a fofa Anne Hathaway (Diário de Princesa 1 e 2, O Diado veste Prada) interpretando a Rainha Branca. Olha o visual deles no filme:


O papel principal ficou com a (ainda) pouco conhecida Mia Wasikowska que interpreta Alice, neste caso, segundo consta, um pouco mais velha, já com 17 anos de idade. Essa, aliás, é a grande mudança em relação ao roteiro original: a Alice de Tim Burton se passa 10 anos depois de ela ter ido ao País das Maravilhas pela primeira vez, da qual ela não se lembra.



As filmagens, segundo sites de fofoca da internet, duraram apenas 40 dias, mas o tempo de pós-produção vai ser enorme, já que os cenários serão todos em 3D, o que, com toda certeza, vai deixar o filme ainda mais incrível. Olha só:






Se vocês clicarem nessa última imagem, poderão visualisá-la em tamanho grande e perceber a riqueza de detalhes.
Mal posso esperar para conferir o resultado na telona! E vocês? ;-)

VIRGINIANÍSSIMO: SOLTANDO OS CACHORROS

Hoje vou falar de algo que, literalmente, me ferve o sangue: PESSOAS FALSAS.
Sabe aquele tipinho de gente que se aproxima pianinho, fazendo carinha de inofensiva, esbanjando (falsa) simpatia e (falsos) sorrisos? Pois é.
Recentemente tive algumas más experiências com pessoas desse tipo. Na vida pessoal e na profissional, também.
Pessoas que me davam "tapinhas nas costas" e, por trás, tramavam intriguinhas e fofocas sobre minha pessoa.
Aliás, seres tão ordinários que, não bastasse a falsidade, queriam se APODERAR de coisas minhas: desde amizades até trabalhos.
Vou lhes contar uma coisa: eu simplesmente ABOMINO gente interesseira, oportunista, invejosa e cara-de-pau.
Tive tanto azar que, num dos casos, acabei encontrando um dos tipos que me levaram a queimar meus cosmos em sua última potência: uma "zinha" que, além de tudo, ficava se pintando de "santa", através de depoimentos do orkut, para influenciar os amigos comuns a meu respeito.
Quando eu descobri, já viu, né?
Fiquei me segurando pra não pegar a macaca chIta pelo pescoço e, como diz meu pai, PISAR NA GARGANTA DELA! UHAUHAUHAUHAHUAUHAUHAHUAUHA!
Como há gente sem caráter nesse mundo, meu Deus...
E a referida "macaca" arranjou-se logo com o "minhoconildo" de um outro que, tempos atrás, também eu considerava amigo.
Qual o quê, minha gente!
Outro traíra de marca maior, ave agourenta que só se aproximava para ter matéria de maledicência e fofoca a meu respeito.
Não é dose pra leão?
Pois.
É por isso que virginianamente afirmo que NÃO SE DEVE SAIR POR AÍ CONFIANDO NAS PESSOAS!
Sobretudo nas "macacas chItas" e nos "minhoconildos".
Há gente que deve ser mantida a QUILÔMETROS de nós, homens de boa vontade.
Claro que eu não perdoo esse tipo de defeito de caráter e nem quero, de forma alguma, manter qualquer tipo de relação com essa gentalha.
E aos queridos, um alerta: quando um VIRGINIANO lhe disser que uma pessoa NÃO PRESTA, vai por mim, ACREDITEM NAS PALAVRAS DELE! Nós somos PERITOS em detectar MAÇÃS PÔDRES NO CESTO.
Mais que isso, até: somos peritos em EXTERMINÁ-LAS, também! ;-)
SAL GROSSO e muita ENERGIA POSITIVA sobre nós, meu povo!
E que os EVIL ONES QUEIMEM NO INFERNO!
Deus que nos guarde de gente desta iguália.
E tenho dito.

Sábado, 27 de Junho de 2009

SACA SÓ: NA ONDA DOS QUADRINHOS "TEEN"




Começou com o mestre Maurício "envelhecendo" sua turminha, tornando-os adolescentes para atingir uma nova faixa etária de leitores para seus gibis. Ops! Eu disse gibi? Perdão! Agora é "mangá". Ou, como costumam dizer na MSP: uma espécie de "mangá brasileiro".
A princípio achei curioso, confesso. Tava ali uma coisa que todas as crianças, já há várias gerações, esperavam ver: Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, todos um pouco mais crescidos, adolescentes, com características ligeiramente transformadas: Mônica mais bonita, maleável e moderninha nas roupas; Magali mais cuidadosa com a alimentação, superligada em dietas e calorias e apaixonada pelo professor de Ciências da escola; Cebolinha com a dislalia corrigida, um pouco mais de cabelo e assumidamente apaixonado pela dona do Sansão e, finalmente, um Cascão ligadíssimo em esportes radicais e, claro, definitivamente em paz com os banhos!).
A aposta do estilo mangá foi outra boa sacada: é um estilo que os adolescentes de hoje, comprovadamente, apreciam mais. O traço ficou muito bonito, as personagens ficaram atraentes, o layout das revistas da TMJ é muito parecido ao dos mangás japoneses mas, em um ponto, um específico e importantíssimo ponto, o tio Maurício ainda não conseguiu acertar a mão: o ROTEIRO.
O enredo das histórias da Turma da Mônica Jovem é PÉSSIMO! Quem acompanhou as primeiras aventuras no Mangá, com a turma explorando "Quatro Dimensões Mágicas", percebeu o quanto faltou de criatividade e competência para criar um enredo sólido, bem amarrado. Em muitos momentos, inclusive visualmente, ficou parecendo puro plágio de "Caverna do Dragão" misturado com "Caveleiros do Zodíaco" e "Dragon Ball".
Coisas mirabolantes demais, muito pouco críveis: como o fato, por exemplo, de os pais da turminha terem sido, no passado, samurais (Hã?! No Brasil?!) que lutaram para defender uma certa dimensão mágica e seus artefatos místicos (espécie de "esferas do dragão").
Quando, nas edições posteriores, apostaram em investir em enredos mais "cotidianos", percebeu-se quanto os estúdios Maurício de Sousa ainda não estão preparados para lidar com esse novo público.
Mas o pai da Mônica é humilde, talentosíssimo, e numa das edições assume, de próprio punho: "Ainda estamos descobrindo o caminho a ser trilhado", prova de que mesmo os grandes têm , sim, seus dias de incerteza e hesitação.
Muito se ouve especular sobre os rumos da turminha jovem. Recentemente, numa entrevista, Maurício insinuou a criação até mesmo de um personagem homossexual, afirmando que o universo adolescente é muito rico e que todos os temas deverão ser tratados abertamente, sem tabus nem preconceitos. Mas será? Certo é que estão ousando bastante nas atuais historinhas, com direito a beijo na boca de Mônica e Cebolinha - o que rendeu, na internet, uma pequena polêmica e, claro, algumas críticas.
Comercialmente falando, no entanto, ao que tudo indica, a TMJ vai muito bem, obrigado.
Produtos licenciados, vendagem acima da média, carisma inconfundível das queridas e antigas personagens cativando cada vez mais em sua nova versão. Trocando em miúdos, não há como "não dar certo", afinal de contas, estamos falando do mago Maurício de Sousa!
Ah, recentemente, numa das revistas (sim, eu as coleciono! Hihihihihihihi!), Maurício esclareceu uma outra curiosidade que eu tinha: "E o CHICO BENTO? Não vai ficar jovem, também?" E a resposta - muito sábia! - do criador foi: "Pra quê? O Chico tá muito bem no seu universo, vivendo suas histórias na roça, junto à natureza, roubando fruta das árvores, ajudando o pai na lavoura. Não há por que tirá-lo de lá. Fica onde está." Concordo plenamente com o desenhista. Não há motivos bons o suficiente que justifiquem uma "Turma do Chico Bento Jovem". A única curiosidade que eu tinha era a de ver como ficaria a turminha da Roça no novo traço da TMJ. De resto, melhor deixá-los onde estão, mesmo.

NA CAUDA DO COMETA...




Acabei descobrindo, semanas atrás, que também as personagens da Turma da Luluzinha ganharam uma revista "teen", nos mesmíssimos moldes da Turma da Mônica Jovem (Oportunismo?! Onde?!). Mesmo não tendo sido ávido leitor da menina dos cachinhos e do seu amigo Bolinha, achei interessante ver como essas personagens ficariam dentro dessa nova abordagem.
Honestamente? Decepção. Com todos os erros e imperícias, ainda prefiro a TMJ. É que não gostei muito do traço da Lulu Teen e nem de como eles, realmente, ficaram parecendo uma "sucursal de MALHAÇÃO" nos quadrinhos.
Mas há pontos altos a serem ressaltados na revista: a interatividade (Lulu trocou o antigo diário por um blogue, que existe de verdade e fica à disposição dos leitores na internet), a participação de personagens do "mundo real" - no caso do primeiro número, que deu o ar da graça foi a cantora Pitty, devidamente entrevistada por Lulu em seu blogue- e as páginas coloridas (que a TMJ NÃO tem!). O enredo, apesar de também cometer várias falhas, é melhor amarrado e mais crível que o da TMJ.
É muito curioso, de fato, ver envelhecerem os personagens que durante toda a infância estiveram ali, brincando conosco em seus "gibis" e nos conduzindo sempre tão agradavelmente a um mundo de sonho e fantasia, tão diferente do universo cibernético, veloz e high-tech dos "mangás" atuais.
Sei que as coisas mudam e que adaptações são necessárias, mas confesso que ainda não sei dizer se essa onda dos "mangás teens" mais me agrada ou desaponta: será que até o plano da FANTASIA tem de sucumbir à implacável ação do TEMPO?
Ai, ai, ai... Pelo andar da carruagem, não falta muito pra vermos a Mônica casar e passarmos a acompanhar as aventuras da MÔNICA MÃE!

(Dan McPhee - O Menino Cheio de Imaginação)

Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

EDIÇÃO ESPECIAL DO MOONDO


E o que eu sei sobre Michael Jackson não daria para ultrapassar o limite de dois ou três inconsistentes parágrafos.
Não, nunca fui fã nem acompanhei de perto os trabalhos do rei do Pop.
Nunca sequer simpatizei muito com sua figura exótica e suas manias, no mínimo, "suspeitas", de alguém que experimentou ter tudo nas mãos e simplesmente não soube como administrar por conta dos sérios problemas psicológicos que enfrentava.
Seu histórico de vida é complicado - e a mídia, como não poderia deixar de ser, vai explorá-lo a exaustão nos próximos dias, claro! - mas para além de toda polêmica, controvérsia, altos e baixos de uma carreira estelar, acho que vale, sempre, a reflexão sobre o HUMANO.
Fico pensando como esses grandes ícones pagam um preço CARO para experimentar o posto, digamos, de semideuses, aclamados por multidões, desejados e cobiçados por milhões, copiados, multiplicados, "coisificados", "vendidos", "industrializados"...
Já imaginaram o lado obscuro da fama? É deveras fácil e cômodo oniricamente transitar entre as incontáveis benesses e privilégios de que usufruem essas pessoas com seus status mas, apagado o brilho dos holofotes, conseguem vislumbrar todo o ESSENCIAL que, também como por encanto, se esvai da vida desses - sim, como esquecer? - SERES HUMANOS?
Cadê a beleza de caminhar livremente pelas ruas, pelos lugares, usufruindo da agradável companhia de seus pensamentos, sem estorvos nem incômodos, sem gritaria nem pessoas insandecidas ao seu lado?
Cadê o tempo para os amores, para as pessoas queridas e para escrever, meu Deus, os capítulos da vida cotidiana, tão importantes quanto aqueles capítulos especiais, introduzidos por letras garrafais, douradas e exuberantes? Cadê o espaço, em última instância, de SER? Perceber a vida nos seus mais ricos e sublimes pormenores. Na satisfação dos pequenos desejos, portadores da verdadeira alegria e do contato com o divino...
Ninguém é capaz de perceber as dimensões mais importantes de uma vida em meio ao escandaloso universo em que vivem esses astros e estrelas da música, do cimena, da televisão.
Michael pode não ter conhecido, por exemplo, a beleza de um grande amor, mas suas músicas, com certeza, embalaram os grandes amores de muitas pessoas ao redor do mundo.
Michael pode não ter tido grandes amigos, mas muitos camaradas certamente se divertiram ao som de seus hits, numa pista de dança, numa festa no final de semana ou no rádio do carro, a caminho de algum encontro.
Michael pode não ter tido tempo de respirar e se permitir o necessário descanso, mas eu, por exemplo, já dormi inúmeras vezes ao som de sua voz num walkman, no rádio, num cd tocando baixinho, no escuro de meu quarto...
Fico me perguntando se tudo isso será justo.
Claro, cada um escolhe os caminhos que irá trilhar. Mas questiono se Michael não terá querido, em algum momento, que as coisas tivessem sido, quem sabe, diferentes.
Suas incansáveis tentativas de modificar-se fisicamente eram a prova de que, ali, algo havia que o incomodava, como se ele não quisesse olhar para si e se lembrar de quem era, ou de quem foi.
Faltava ao rei do Pop a serenidade e o equilíbrio tão necessários para alguém com a vida tão pública como a dele.
Limites constantemente testados. Ultrapassados ou esquecidos.
Pagar, meu Deus, pra realizar o sonho de ter um filho!
É claro que a biografia de Jackson será pra sempre motivo de muitas especulações e julgamentos, mas como eu disse, para além disso tudo, é ao SER HUMANO que dirijo meu olhar neste momento. Às angústias que ele deve ter extravazado em letras, performances, shows... Na maneira que terá encontrado de sublimar a necessidade de ser humano. Comum. Como qualquer um de nós.
A obra, seu legado para a posteridade, será para sempre reconhecida como um marco. Michael não se tornou rei à toa. Acredito, mesmo, que dificilmente nos depararemos, no futuro, com fenômenos musicais desse porte. Astros e estrelas que alcancem o coração dos fãs na proporção mundial com que o fez o caçula dos Jackson Five.
Medos, meios, metas, mentiras... MITO.
Michael pertence àquela categoria de homens que, nas sábias palavras do grande Guimarães Rosa, não morrem - FICAM ENCANTADAS!
Abracadabra, Mr. Michael.


Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

HUMOR FINO

Sábado, 30 de Maio de 2009

A IMAGEM E O EFEITO


E hoje vou inovar a seção com uma IMAGEM no lugar da frase - sim, sou daqueles que concordam que uma imagem, muitas vezes, alcança mais longe o entendimento alheio que meras palavras confusamente deitadas numa folha de caderno, num bilhete, num website...
O desenho é da talentosíssima ilustradora Iriz Agocs, que conheci através de umas meninas encantadoras que costumavam visitar meu mundinho, tempos atrás.
Esse desenho me falou tanto ao coração e me tocou de forma tão plena e profunda que não posso senão silenciar, agora, diante da sua beleza e deixar que vocês, meus amigos, viajem nele também e usufruam de suas próprias reflexões.
Quem quiser compartilhar algo nos comentários, claro, será muito bem-vindo(a)!
Abraços reflexivos e contemplativos a todos.

TVD



É... Alguém discorda? =(

Domingo, 17 de Maio de 2009

AZUL-BANANA


Daí que, nas grandes metrópoles, os meios de transporte acabam sendo, "sem querer querendo", uma grande fonte de stress, de dores-de-cabeça mas, muitas vezes, também de boas gargalhadas e muita inusitada diversão!
Tô eu voltando pra casa depois de mais um dia de trabalho - mais dormindo que acordado, diga-se de passagem! - quando ecoa no ambiente um desses "funks" escalafobéticos da vida, muito (des)apropriadamente colocado como toque de um celular de propriedade de uma popular, digamos, bem pouco discreta! (O tipo que eu A-DO-RO como poderão supor! UHAHUAHUAUHA)
Claro que a cidadã demorou horrores para atender o telefone porque, talvez, quisesse, quem sabe, nos deleitar um cadinho mais com a maviosa audição de tão aprazível "pérola" do cancioneiro popular(esco) nacional.
Uma in-fi-ni-da-de até a bendita atender e, quando atende, vocifera feito alguém que discute com o marido em plena sala de sua própria casa (Claro, porque é do mais alto interesse de TODOS OS PRESENTES conhecer os detalhes do dia-dia da dita cuja!):
_Alô! Michelaine? Fala, minha filha. Tô no "ônbus". Claro que não, daqui a pouco eu chego. Não precisa fazer nada que tô levando mistura pra fazer pro almoço. Cadê tua irmã? Chama ela que eu quero falar com ela. (Pequena pausa) Micheline? Micheline, minha filha, cadê Michele? Fala pra ela que ela vai levar um cascudo se ela não for pra escola hoje! Pega já aquela garota e manda pro banho, Micheline! Fala pra Michele que a mãe bota ela no couro se eu chegar aí e ela não tiver ido pra escola hoje! Beijo, filha. E desliga.
Juro que eu fiquei mordendo a língua pra não rir ali mesmo. Espia só: Michelaine, Micheline e Michele! É mole ou querem mais? Fiquei imaginando as três pobres filhas daquela escandalosa senhora corando de vergonha ao serem apresentadas "em conjunto" numa ocasião social qualquer:
"Tão aqui minhas filhas, dona Filombeta: Michelaine, Micheline e Michele!"
UHAHUAUHAUHAUHAHUAHUAHUAHUAUHAHUA
Ai, ai, ai... O povo e suas peculiaridades bizarras!
Santa (falta de) criatividade!
Tsc, tsc...
AZUL-BANANA, for sure!

Sábado, 16 de Maio de 2009

A HORA E A VEZ DO MENINO


A UM GRANDE AMOR


E quantas vezes, meu Deus, eu já falei dele, aqui.
Dele e da forma como tão magicamente nos relacionamos.
De tudo o que trocamos quando apenas nos entreolhamos sem nada dizer, apenas sentindo.
De tudo que mostramos um ao outro sem a necessidade de verbalizar: espremer significado em significante apenas para caber; apenas para comportar.
Nossa linguagem prescinde de falas, de voz, de gestos... Somos o avesso da algazarra, o oposto da farra, sinônimo do zelo. Somos o cuidado com o enfermo, a cantiga de ninar e o aconchego. O cobertor na noite fria, o abraço ao fim do dia, a canção da Lua no noturno firmamento.
Somos o calor que do Sol emana e a todos nós irmana, num gigantesco carinho. O bater da brisa nas pétalas da rosa que, tão graciosa, lhe retribui com fino aroma o toque. Somos o algodão em flor, o branco de uma nuvem, o brilho de um sorriso...
Somos tão um para o outro que a vida isolada se nos parece impossível.
Eu acredito nele como acredito em Deus - e chego até Deus através dele!
Gosto da paz e da serenidade que ele me restitui ao coração cada vez que preciso de descanso, repouso, reflexão.
Preciso de seus conselhos tanto quanto preciso do ar que respiro a todo momento. E assim como o ar, que inunda meus pulmões, sua placidez inunda o meu pensamento.
Ouço melhor meu coração na sua presença; sua ausência me desequilibra e me descontrola. Posso me expor à sua ausência mas, Deus, como isso me arrasa se sua falta se prolonga.
É que eu me encontro comigo mesmo em seus seguros braços. Entendo mais de mim sob seus ternos olhos.
E se nele me abrigo, é porque ele faz parte de mim desde os tempos mais remotos... Dele eu sei que vim e para ele eu sei que voltarei.
Somos um só ser, numa comunhão suprema, sagrada, infinita.
A ti sou grato por tantas benesses na estrada da vida!
Obrigado por nunca me abandonar, amigo SILÊNCIO.

Domingo, 3 de Maio de 2009

HUMOR FINO


Daquelas promessas que a gente vive vendo ou ouvindo por aí e se pergunta: "Meu Deus, como é possível?" Oras, bolas! SENDO, uai! O resultado é que não é lá essas coisas...

APRENDA INGLÊS EM DOIS MINUTOS.

VASE: momento da jogada. “Agora é a minha VASE!”
CREAM: roubar, matar etc. “Flora cometeu mais um CREAM!”
DATE: forma do imperativo usada para mandar alguém deitar. “DATE aí, rapaz!”
DAY: sinônimo de conceder. “Eu já DAY o presente a ela.”
PAINT: objeto. “Você pode me emprestar um PAINT?”
FAIL: o oposto de bonito. “Ele é muito FAIL!
RIVER: pior que FAIL. “Ele é O RIVER!”
EYE: interjeição de dor: “EYE que dor de cabeça!”
CAN´T: o oposto de frio. “Mãe, o leite está CAN´T!”
MORNING: nem CAN´T, nem frio. “O leite está MORNING.”
FEEL: o mesmo que barbante, cordão. “Dê-me um pedaço deste FEEL pra eu amarrar aqui!”
MICKEY: afirmativo de queimadura. “Ai! MICKEY may!”
TOO MUCH: fruto usado em saladas. “Você quer mais TOO MUCH?”
HAIR: marcha do carro. “Ela engatou a marcha HAIR!”
MISTER: espécie de sanduíche. “Quero um MISTER can´t, por favor!”
MAY GO: pessoa de temperamento dócil, tranqüilo. “Ai, como ele é MAY GO!”
YOU: expressão que denota curiosidade. “YOU seu irmão, como vai?”
FRENCH: dianteira. “Saia da FRENCH, por favor!”
HAND: entregar-se; dar-se por vencido. “E aí? Você se HAND?”
YEAR: deixar partir. “Sinto muito. Ela teve que YEAR.”
MERRY CHRISTIMAS: nome próprio: Maria Cristina.

MOONDO says: Há coisas que nem o FOZZY aguenta! Uaca, uaca, uaca!